Sugestão: Uniforme do Grêmio 2010

Novembro 6, 2009 · 1 Comentário

 O ano de 2009 foi ruim para o Grêmio. Do lateral ao uniforme, as coisas não caminharam como deveriam, com exceção da vitória no verdadeiro GRE-nal do século.

Chegamos próximos ao final de ano, momento do Marketing Tricolor se mexer.
Para tentar dar mais ânimo em 2010, proponho de cara, uma mudança de uniforme , porque esse fardamento “muderno” da Puma, só agradou uma imensa minoria e claro, os lacustres.

A tradição é a melhor tendência da moda.

O Grêmio precisa, mais do que nunca, resgatar suas raízes de copero e peleador, um levantador de taças. Vamos lembrar que o uniforme gremista é reconhecido em todo mundo, há de se ter cuidado com esse símbolo.

Fiz esse modelo tricolor e ofereci ao Marketing gremista, com todo meu respeito e consideração. É simples, básico e de certo modo “em conformidade” com o material da Puma, tem características dos uniformes anteriores, porém inspirado nos grandes esquadrões tricolores.

imo

Os destalhes positivos ao meu ver, é que desta vez, foram agregados em um só modelo, seguindo o padrão tradicional tricolor. Não desenhei as costas, mas não tem invencionice: as listras descem até o final da camisa, com o número em branco, nada de inventar númeo pixealizado e listas curtas de nosso recente modelo, todos recordam:

O segundo, ai sim, fiz algo diferente.

Para não criar um uniforme dois e um celeste, fiz um modelo único, uma releitura do uniforme de 1904. Em 2003 se não me engano, a Kappa lançou um modelo parecido a esse, em 2007, a própria Puma também fez sua releitura, com grande sucesso.

Os tons de azul, podem variar de acordo com o que a Puma julgar melhor. O tom de azul do unfirme desse ano é bonito, mas infelizmente o desenho é péssimo.

Enfim, todos querem mesmo é que 2009 acabe e que 2010 comece bem, de preferência pelo fardamento. Ficam minhas sugestões. Em outras oportunidades, torcedores já criaram o uniforme shadow, também um sucesso!

Quem apreciar minhas sugestões, pode divulgar, agradeço. Quem não curtir, pode fazer suas críticas aqui nos comentários. O importante é participar!

A força da torcida é imensa!

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Boteco São Bento (o PIOR bar do sistema solar)

Outubro 2, 2009 · Deixe um comentário

 

O blog Resenha 6 escreveu o post abaixo sobre o péssimo atendimento de um tal “Boteco São Bento”.

Nos comentários, o dono do bar teve a infeliz ideia de aparecer atacando o blog no melhor estilo baixaria, coisas do nível “Felizmente não precisamos de clientes do seu perfil” e assim por diante.

Como essa estratégia não foi bem-recebida e todo mundo detonou o babaca, além de alguns confirmarem as reclamações da resenha, esse “proprieOtário” usou sua truculência e falta de noção para enviar uma notificação extra-judicial ameaçando de processo o blog, caso não retire em 24 horas o post (e viva a liberdade de opinião!!)

Perdeu uma chance de ouro de se explicar ou quem sabe, de melhorar seus serviços. Azar, a liberdade de opiniar faz mal para algumas pessoas.

Seguindo a ideia do site Contraditorium, postei aqui o texto original. Agora, posso ter a honra do “Pior boteco do sistema Solar” me enviar uma notificação, bem como a TODO OS BLOGS que citarem esse texto!

Quem sabe o bar não pode sugerir que tirem a Internet da tomada?
Aparentemente, fazer isso pode ser mais fácil do que melhorar os serviços da casa e saber lidar com as críticas.  

Aqui minha contribuição:

Depois da Faixa de Gaza e do Acre, este é o pior lugar do mundo para você ir com os amigos.

Caro, petiscos sem graça e, principalmente, garçons ultra-power-mega chatos: você toma dois dedos do seu chopp, quente e azedo que nem xoxota nos tempos dos vikings, eles já colocam outro na mesa. E se você recusa, eles ainda ficam putos.

Só tulipadas diárias no rabo para justificar tamanha simpatia no atendimento.

Fui no da Vila Madalena. Dizem que o do Itaim é ainda pior.
Para dicas de botecos que valem a pena, leia outras resenhas aqui. Siga o Resenha pelo Twitter antes que eu bote outro link na mesa.

Resenhado por
Raphael Quatrocci
às
23:22

Só gostaria de fazer três adendos:

1 – Não conheço este bar (nem pretendo conhecer, porque não sou otário), apenas me solidarizo com a a galera do Resenha 6;

2 – Não fosse a estupidez do dono, eu teria a mãnha de ir só para provar se o blog estava certo ou errado. Ou seja, a ignorância do dono me deu a certeza de que o pessoal do blog estava certo em sua avaliação;

3-  Xoxota é, e sempre foi ácida. Paulista não gosta de mulher, não entende nada disso e daí o comentário.. eheheh

Abs!


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Estamos deixando de ser idiotas?

Maio 29, 2009 · 2 Comentários

Nação idiota é aquela em que os alunos saem da escola sem aprender a ler e escrever direito. Não há civilidade democrática que se construa a partir disso. Nesse sentido, somos uma nação idiotizada –e vamos ser por muito tempo. Há, porém, motivos para celebração, como este plano anunciado pelo governo federal para estimular a formação do professor.

O que se pretende é aprimorar a seleção de professor , além de aumentar a oferta e melhorar a qualidade dos cursos de formação nas universidades. É algo que vai ao encontro do anúncio do governo de São Paulo de obrigatoriedade de um curso antes de o professor, já aprovado em concurso, passar mais um tempo estudando. Estamos tocando na essência do nosso subdesenvolvimento: a baixa qualificação dos professores. Isso se deve a toda uma mobilização, crescente, da sociedade pelo ensino público. É o avanço político mais importante do país. Ainda é apenas o começo. Mas a verdade é que todas essas ideias só vão mesmo funcionar quando pudermos atrair os talentos da sociedade para dentro da escola.

Atrair significa a combinação de salário com reconhecimento social. Atrair talentos significa que uma comunidade coloca em primeiro lugar a qualificação de todos os seus integrantes, e não apenas da elite. A novidade é que nossa elite econômica não só aceita como se mobiliza a favor desse princípio tão simples. Por isso, que a tarefa de melhoria da educação só é comparável à abolição da escravatura.

Gilberto Dimenstein, 52, é membro do Conselho Editorial da Folha e criador da ONG Cidade Escola Aprendiz. Coordena o site de jornalismo comunitário da Folha. Escreve para a Folha Online às segundas-feiras.

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Novas camisas do Grêmio em 2009 – BR09

Maio 20, 2009 · 2 Comentários

Já vazou o novo fardamento gremista em 2009, desta vez a camisa do Imortal para o Brasilerão 2009.

Ao contrário do fardamento da Libertadores que é bonito, mas errou ao atenuar o azul e exagerar no branco das golas e mangas, a nova camisa do Brasileirão deve desagradar aos que pensam no fardamento gremista como um símbolo de glórias e conquistas. Na minha opinião, infelizmente, está na hora da Puma pegar o boné e dar lugar para outra fornecedora de material.

O fardamento é feio (na medida do possível, porque o manto é bonito até quando é feio), pelo menos o tricolor.  As linhas do peito, usadas nos produtos Puma de 2009, são uma invencionice para preservar as características de design da Puma e não do Grêmio, ou seja, preferem descaracterizar o uniforme centenário do maior do Sul para manter a coesão de um material passageiro.

Um erro primário, um retrocesso grosseiro. O uniforme é uma marca. E uma marca como a do Grêmio devia ter sua força preservada. Estou exagerando? Diz ai, o que tu acha?

O uniforme branco não ficou tão mal.
Por não ser um modelo tradicional, permite inovações e mais ousadia. as linhas “obrigatórias” da Puma funcionaram com as linhas do peito, com harmonia.

É completamente diferente fazer mudanças nos uniformes 2 e 3.

E tu, o que acha?

Pra não me chamarem de corneteiro, vou deixar novamente minha humilde sugestão. Fazer um modelo mais simples, no padrão GRÊMIO ao invés do padrão Puma.

Um modelo ligado às origens do uniforme que intimida adversários e conquistou tantas glórias.
A ideia seria que a Puma e a diretoria do Grêmio se sensibilizassem para produzir um material com essas características.

Em tempo: não sou um saudosista. Apenas não gosto da exagerada descaracterização que a Puma promove com a mais bonita camiseta de futebol mundial (e não foram só os gremistas que disseram isso!)

Quais suas impressões? Vai comprar a camisa com anteninhas, não gostou, falai!?

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ETs invadem o Brasil

Abril 9, 2009 · 4 Comentários

O autor de ficção cientítica Renato Azevedo discute dois casos famosos sobre Ufos em um história de investigação e romance

Se o ET se acidentou em Varginha ele teria passado pelo SUS?

Se o ET se acidentou em Varginha ele teria passado pelo SUS?

Sei que a idiotice do universo deve estar toda armazenada aqui na Terra. Talvez por isso, sonhemos tanto com o dia em que faremos contato com os extraterrestres. E acredito que faremos. Também acredito no sonho de viver nas estrelas, quando o universo todo será nosso lar.

Isso deve ocorrer quando fanatismo religioso, intolerância, estupidez, ódio e outros probleminhas humanos terminarem ou pelo menos diminuírem.  Porque o universo deve ser apenas um oceano para levar a humanidade para outras praias distantes, por toda a galáxia.

Até lá, nos deleitamos com a ficção. O grande escritor de ficção científica de Renato Azevedo, coeditor do site Aumanack, colaborador também da Revista Ufo, lançou o livro ”De Roswell a Varginha” (Tarja Editorial), o primeiro de uma série inspirada em relatos sobre objetos voadores não-identificados.

A plataforma de lançamento dos leitores ao universo dos ETs na obra de Azevedo tem dois casos envoltos em mistérios e controvérsias. Tudo está conectado. Um deles é o Roswell, no Novo México (EUA), em 1947, quando, supostamente, um grupo do exército americano teria tomado posse dos destroços de um disco voador.

A história ganha o cenário brasileiro com um dos personagens, Reynolds, especialista de inteligência militar, que teria ajudado a encobrir os fatos nos EUA e, anos depois, viveu no Brasil. Ele é um dos nós que amarram as duas pontas da narrativa que tem no outro extremo o Caso de Varginha, um conjunto de acontecimentos ocorridos em 1996 que ganhou o noticiário das principais redes de TV do País.

Com uma trama recheada de conspirações e traições, o livro tem combustível para explorar o espaço editorial brasileiro, que verifica um crescimento do público interessado em literatura de ficção científica, não só pelo aumento de títulos em lingua portuguesa mas principalmente pela qualidade de novos autores que estão surgindo com o próprio Azevedo.

”Até hoje nunca vi nada de estranho no céu. Minha história procura criar um pano de fundo baseado em fatos reais para uma situação fantasiosa”, comenta Azevedo que é autor de oito e-books e contos de ficção. A formação em engenharia ajuda o autor a manter os dois pés no chão, mesmo quando escreve sobre ficção.

”Num dos meus primeiros textos tive que mudar algumas coisas por causa de descobertas astronômicas”, destaca. Para entusiastas, como Azevedo, a Ufologia é uma ciência que requer investigação.

texto original by Folha de Londrina

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Matando tempo

Abril 6, 2009 · 2 Comentários

Sei que esse Blog anda meio largado.

A falta de tempo e a falta de humor quando se trabalha uma média de 12 horas por dia, são as principais razões.

E depois a vida não é apenas virtual, pelo menos, não para mim. Esse ano estou com a leitura (quase) em dia entre outras coisas, dai o tempo para navegar livremente pela net praticamente acabou. Mesmo o tempo para visitar meus blogs favoritos (localizados na barra direita aqui ao lado) e descobrir novos, está curtíssimo.

Confesso que visito raramente algum, e quando faço é mais para pegar informações sobre meu time, fato que me levou às raras discussões virtuais que tive esse ano, um ano que decidi me manter longe de polêmicas internéticas. A falta de tempo, a colaboração no Papo de Quadrinho, a produção de dois livros, uma filha de um ano e outra de nove, além da experiência em si, me colocaram na linha, distante de discussões infrutíferas.

Deve ser por isso que o Twitter (onde escrevo muito raramente), faz tanto sucesso. Em uma época em que é impossível acompanhar tudo que aparece na internet, e interarir com esse tudo, além do egocentrismo geral, onde todo mundo tem alguma merda para dizer, faz todo o sentido o uso de drop news . O twitter é uma ferramenta imbatível, vai desbancar o orkut em terras brasileiras, se tiver um ou outro ajuste.

Aliás, falando em utilizar os recursos internéticos, Leonardo Lichote dO Globo, informa que o livro de Andrew Keen (que ainda não li), chamado “O culto do amador – como blogs, MySpace, YouTube e a pirataria digital estão destruindo nossa economia, cultura e valores” (Zahar, 207 pp., R$ 39,90), chega trazendo polêmica.

Na contramão das celebrações à “internet democrática”, o livro de Keen, lançado em 2007 nos Estados Unidos, deu nova direção ao debate sobre o “admirável mundo novo”  e a liberdade digital. 
Será que os “amadores” que infestam a internet são “culpados” pelo fim de milhares de postos de trabalho, ou a tão sonhada democratização do conteúdo é um efeito irreversível e apenas a ponta do iceberg virtual?

Um bom tema para refletir. Se você tiver tempo, porque eu mesmo só poderei ler esse livro mais para frente.

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Seres invisíveis

Março 26, 2009 · 1 Comentário

‘Fingi ser gari por 8 anos e vivi como um ser invisível’
 
Psicólogo varreu as ruas da USP para concluir sua tese de mestrado da ‘invisibilidade pública’.

O psicólogo social Fernando Braga da Costa vestiu uniforme e trabalhou oito anos como gari, varrendo ruas da Universidade de São Paulo. Ali, constatou que, ao olhar da maioria, os trabalhadores braçais são ’seres invisíveis, sem nome’. Em sua tese de mestrado, pela USP, conseguiu comprovar a existência da ‘invisibilidade pública’, ou seja, uma percepção humana totalmente prejudicada e condicionada à divisão social do trabalho, onde enxerga-se somente a função e não a pessoa. Braga trabalhava apenas meio período como gari, não recebia o salário de R$ 400 como os colegas de vassoura, mas garante que teve a maior lição de sua vida:
 
‘Descobri que um simples bom dia, que nunca recebi como gari, pode significar um sopro de vida, um sinal da própria existência’, explica o pesquisador. O psicólogo sentiu na pele o que é ser tratado como um objeto e não como um ser humano.

- Professores que me abraçavam nos corredores da USP passavam por mim, não me reconheciam por causa do uniforme. Às vezes, esbarravam no meu ombro e, sem ao menos pedir desculpas, seguiam me ignorando, como se tivessem encostado em um poste, ou em um orelhão’, diz.

- Uma vez, um dos garis me convidou pra almoçar no bandejão central. Entrei no Instituto de Psicologia para pegar dinheiro, passei pelo andar térreo, subi escada, passei pelo segundo andar, passei na biblioteca, desci a escada, passei em frente ao centro acadêmico, passei em frente a lanchonete, tinha muita gente conhecida. Fiz todo esse trajeto e ninguém em absoluto me viu. Eu tive uma sensação muito ruim. O meu corpo tremia como se eu não o dominasse, uma angustia, e a tampa da cabeça era como se ardesse, como se eu tivesse sido sugado. Fui almoçar, não senti o gosto da comida e voltei para o trabalho atordoado.
 
E depois de oito anos trabalhando como gari? Isso mudou?

- Fui me habituando a isso, assim como eles vão se habituando também a situações pouco saudáveis.
- Então, quando eu via um professor se aproximando – professor meu – até parava de varrer, porque ele ia passar
por mim, podia trocar uma idéia, mas o pessoal passava como se tivesse passando por um poste, uma árvore, um
orelhão.
 
Fernando Braga comprovou que, em geral, as pessoas enxergam apenas a função social do outro.
Quem não está bem posicionado sob esse critério, vira mera sombra social.
 

Plínio Delphino, Diário de São Paulo.

Pergunta: o que esperar de uma sociedade que o julga pelo somente pela divisão social do trabalho?

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Liberdade é…

Março 17, 2009 · Deixe um comentário

Uma das primeiras demissões impulsionadas pelo ato de blogar foi provavelmente a da designer Heather Armstrong.

Em 2001, ela começou seu blog e, no ano seguinte, foi demitida por escrever textos que falavam sobre seus colegas de trabalho. Quer dizer que se eu tiver uma diretora fdp não posso mandar ela tomar no cu nem via blog? rs…

by IDG Now

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Ironias

Março 9, 2009 · 2 Comentários

Refletindo sobre o efeito do nada sobre porra nenhuma, me dei conta de que o Brasil é o único país do mundo governado por um analfabeto funcional que assinou uma reforma ortográfica e o mais incrível, um alcoólatra, que instituiu a lei seca!

E ele ainda teve a petulância de pedir a Deus para dar INTELIGÊNCIA ao Barack Obama, que é formado em Harvard.

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10 dúvidas sobre a Cerveja

Fevereiro 20, 2009 · Deixe um comentário

1. A CERVEJA MATA?
Sim. Sobretudo se a pessoa for atingida por uma caixa de cerveja com garrafas cheias. Anos atrás, um rapaz, ao passar pela rua, foi atingido por uma caixa de cerveja que caiu de um caminhão levando-o a morte instantânea. Além disso, casos de infarto do miocárdio em idosos teriam sido associados as propagandas de cervejas com modelos boazudas.

2. O USO CONTINUO DO ALCOOL PODE LEVAR AO USO DE DROGAS MAIS PESADAS?
Não. O álcool é a mais pesada das drogas: uma garrafa de cerveja pesa cerca de 900 gramas.

3. CERVEJA CAUSA DEPENDÊNCIA PSICOLÓGICA?
Não. 89,7% dos psicólogos e psicanalistas entrevistados preferem uísque.

 4. MULHERES GRÁVIDAS PODEM BEBER SEM RISCO?
Sim. Está provado que nas blitz a polícia nunca pede o teste do bafômetro pras gestantes.
E se elas tiverem que fazer o teste de andar em linha reta, sempre podem atribuir o desequilíbrio ao peso da barriga.

5. CERVEJA PODE DIMINUIR OS REFLEXOS DOS MOTORISTAS?
Não. Uma experiência foi feita com mais de 500 motoristas: foi dada uma caixa de cerveja para cada um beber e, em seguida, foram colocados um por um diante do espelho. Em nenhum dos casos, os reflexos foram alterados.

 6. A BEBIDA ENVELHECE?
Sim. A bebida envelhece muito rápido. Para se ter uma idéia, se você deixar uma garrafa ou lata de cerveja aberta ela perderá o seu sabor em aproximadamente quinze minutos.

 7. A CERVEJA ATRAPALHA NO RENDIMENTO ESCOLAR?
Não, pelo contrário. Alguns donos de faculdade estão aumentando suas rendas com a venda de cerveja nas cantinas e bares na esquina.

8. O QUE FAZ COM QUE A BEBIDA CHEGUE AOS ADOLESCENTES?
Inúmeras pesquisas vinham sendo feitas por laboratórios de renome e todas indicam, em primeiríssimo lugar, o garçom.

9. CERVEJA ENGORDA?
Não. Quem engorda é você.
 
10. A CERVEJA CAUSA DIMINUIÇÃO DA MEMÓRIA?
Que eu me lembre, não.

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